Perfil sérico do íon magnésio na migrânea crônica: um estudo comparativo entre pacientes tratados e não tratados

Autores

  • Alan Chester Feitosa de Jesus Universidade Federal de Sergipe Autor
  • Giselle Melo Fontes Silva Hospital Universitário Pedro Ernesto – UERJ Autor
  • Marcelo Oliveira Ribeiro Paixão Universidade Estadual Paulista Autor
  • Felipe José Nascimento Barreto Universidade Federal de Sergipe Autor
  • Luana Karla Braz Fonseca Dantas Universidade Federal de Sergipe Autor
  • Philippe Joaquim Oliveira Menezes Macedo Universidade Federal de Sergipe Autor
  • Paulo Sérgio Faro Santos Universidade Federal de Sergipe Autor
  • Larissy Lima Santos Universidade Federal de Sergipe Autor
  • Marco Antônio Prado Nunes Universidade Federal de Sergipe Autor

DOI:

https://doi.org/10.48208/HeadacheMed.2012.4

Palavras-chave:

Migrânea crônica, Magnésio sérico, Fisiopatologia

Resumo

Migrânea crônica refere-se a uma complicação da migrânea e é caracterizada por uma frequência de crises superior a 15 dias por mês durante mais de três meses, sem uso excessivo de analgésicos. Pesquisas demonstram que o íon magnésio está envolvido na fisiopatologia da migrânea, contudo nunca incluíram, até o momento, pacientes com migrânea crônica como população exclusiva. Objetivo: Comparar os níveis de magnésio sérico entre migranosos crônicos tratados e não tratados. Métodos: Vinte e dois pacientes com migrânea crônica foram selecionados; divididos em dois grupos (tratados e não tratados); pareados por sexo e idade e submetidos à dosagem sérica do íon magnésio para comparação posterior dos resultados obtidos. Resultado: Os migranosos crônicos não tratados apresentaram níveis de magnésio sérico dentro dos limites da normalidade, embora menores que os encontrados no grupo tratado, com uma diferença estatisticamente significante. Conclusão: Em corroboração com a literatura, este estudo enfatiza a importância do íon magnésio na fisiopatologia da migrânea, apenas pacientes com migrânea crônica.

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Biografia do Autor

  • Alan Chester Feitosa de Jesus, Universidade Federal de Sergipe

    Neurologist, Collaborating Professor, Department of Medicine, Universidade Federal de Sergipe – UFS, Aracaju, SE, Brazil

  • Giselle Melo Fontes Silva, Hospital Universitário Pedro Ernesto – UERJ

    Neurologist, Hospital Universitário Pedro Ernesto – UERJ, Rio de Janeiro, RJ, Brazil

  • Marcelo Oliveira Ribeiro Paixão, Universidade Estadual Paulista

    Neurologist, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Flho” – UNESP, Botucatu, SP, Brazil

  • Felipe José Nascimento Barreto, Universidade Federal de Sergipe

    Medical Doctors, Universidade Federal de Sergipe – UFS, Aracaju, SE, Brazil

  • Luana Karla Braz Fonseca Dantas, Universidade Federal de Sergipe

    Medical Doctors, Universidade Federal de Sergipe – UFS, Aracaju, SE, Brazil

  • Philippe Joaquim Oliveira Menezes Macedo, Universidade Federal de Sergipe

    Medical Doctors, Universidade Federal de Sergipe – UFS, Aracaju, SE, Brazil

  • Paulo Sérgio Faro Santos, Universidade Federal de Sergipe

    Medical Students, Universidade Federal de Sergipe – UFS, Aracaju, SE, Brazil

  • Larissy Lima Santos, Universidade Federal de Sergipe

    Medical Students, Universidade Federal de Sergipe – UFS, Aracaju, SE, Brazil

  • Marco Antônio Prado Nunes, Universidade Federal de Sergipe

    Head of the Department of Medicine, Assistant Professor of Surgical Clinic of the Department of Medicine,
    Universidade Federal de Sergipe – UFS, Aracaju, SE, Brazil

Publicado

2012-03-31

Edição

Seção

Original

Como Citar

1.
Perfil sérico do íon magnésio na migrânea crônica: um estudo comparativo entre pacientes tratados e não tratados. Headache Med [Internet]. 31º de março de 2012 [citado 22º de janeiro de 2026];3(1):21-5. Disponível em: https://headachemedicine.com.br/hm/article/view/310