Cefaleia antecedendo paralisia de Bell: Podemos prevenir a paralisia diagnosticando e tratando precocemente?

Autores

  • Marcelo Moraes Valença Universidade Federal de Pernambuco Autor
  • Luciana Patrízia A. Andrade-Valença Universidade Federal de Pernambuco Autor
  • Laryssa Azevedo Universidade Federal de Pernambuco Autor
  • Mário Luciano de Mélo Silva Júnior Universidade Federal de Pernambuco Autor
  • Hugo André de Lima Martins Universidade Federal de Pernambuco Autor
  • Amanda Araújo da Silva Universidade Federal de Pernambuco Autor
  • Louana C. Silva Universidade Federal de Pernambuco Autor
  • Daniella Araújo de Oliveira Universidade Federal de Pernambuco Autor
  • Mariana de Carvalho Leal Gouveia Universidade Federal de Pernambuco Autor
  • Sílvio Caldas Neto Universidade Federal de Pernambuco Autor

DOI:

https://doi.org/10.48208/HeadacheMed.2013.20

Palavras-chave:

Paralisia de Bell, Cefaleia, Critérios diagnósticos, Dor, Diagnóstico

Resumo

A paralisia de Bell é uma paralisia facial periférica com alta incidência, que apresenta alguns fatores associados, como a gravidez, diabetes mellitus e hipertensão arterial, além da infecção por alguns subtipos do vírus do herpes, o herpes simples e o herpes zoster sine herpete. Uma característica comum aos pacientes com a paralisia de Bell é a ocorrência da cefaleia dias antes da instalação da paralisia, do mesmo lado e em localização periauricular. Questiona-se, portanto, se é possível a identificação de um padrão característico da dor associada à paralisia e, assim, evitar a progressão da doença ou atenuação do possível desenvolvimento do déficit motor por se iniciar um adequado e imediato tratamento com supressão do processo inflamatório responsável pelo acometimento do nervo facial. Relatamos o caso de um homem de 50 anos de idade, com paralisia facial do lado direito, com dor na região retroauricular ipsilateral "em queimor", sem apresentar piora durante esforço, sem náusea, vômito, foto ou fonofobia. Aos 15 anos de idade, relatou ter apresentado paralisia facial também do lado direito, com forte dor retroauricular, semelhante à recidiva atual. Estamos propondo critérios diagnósticos para a cefaleia retroauricular associada à paralisia facial periférica idiopática. 

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Biografia do Autor

  • Marcelo Moraes Valença, Universidade Federal de Pernambuco

    Unidade Funcional de Neurologia e Neurocirurgia, Departamento de Neuropsiquiatria, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

  • Luciana Patrízia A. Andrade-Valença, Universidade Federal de Pernambuco

    Unidade Funcional de Neurologia e Neurocirurgia, Departamento de Neuropsiquiatria, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil, Serviço de Neurologia e Neurocirurgia, Hospital Esperança, Recife, PE, Brasil

  • Laryssa Azevedo, Universidade Federal de Pernambuco

    Unidade Funcional de Neurologia e Neurocirurgia, Departamento de Neuropsiquiatria, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil.

  • Mário Luciano de Mélo Silva Júnior, Universidade Federal de Pernambuco

    Unidade Funcional de Neurologia e Neurocirurgia, Departamento de Neuropsiquiatria, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

  • Hugo André de Lima Martins, Universidade Federal de Pernambuco

    Unidade Funcional de Neurologia e Neurocirurgia, Departamento de Neuropsiquiatria, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

  • Amanda Araújo da Silva, Universidade Federal de Pernambuco

    Unidade Funcional de Neurologia e Neurocirurgia, Departamento de Neuropsiquiatria, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

  • Louana C. Silva, Universidade Federal de Pernambuco

    Unidade Funcional de Neurologia e Neurocirurgia, Departamento de Neuropsiquiatria, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

  • Daniella Araújo de Oliveira, Universidade Federal de Pernambuco

    Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

  • Mariana de Carvalho Leal Gouveia, Universidade Federal de Pernambuco

    Serviço de Otorrinolaringologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil,

  • Sílvio Caldas Neto, Universidade Federal de Pernambuco

    Serviço de Otorrinolaringologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

Publicado

2013-12-31

Edição

Seção

Relato de caso

Como Citar

1.
Cefaleia antecedendo paralisia de Bell: Podemos prevenir a paralisia diagnosticando e tratando precocemente?. Headache Med [Internet]. 31º de dezembro de 2013 [citado 22º de janeiro de 2026];4(4):105-11. Disponível em: https://headachemedicine.com.br/hm/article/view/389